O vinho chegou ao samba? Bruno Castro explica a nova cena carioca e a oportunidade para os vinhos da serra do Rio

Neste episódio, Geiza Rocha recebe Bruno Castro — professor universitário, doutor em Educação Física pela UFRJ e compositor que dividiu palco com Dona Ivone Lara durante 20 anos. A conversa nasceu de uma observação que os dois já vinham trocando: a taça de vinho está cada vez mais presente nas rodas de samba, e isso diz algo sobre território, identidade e pertencimento.
A partir daí, a conversa vai do geral ao específico: começa pela mudança de hábito visível em sambistas como Zeca Pagodinho e Diogo Nogueira, passa pelo debate sobre o "preconceito" — tanto de fazer vinho no Rio quanto de bebê-lo no samba — e desce para o detalhe mais revelador da pesquisa de Bruno: ao procurar fotos de sambistas com taça de vinho na mão, ele quase não encontrou registros de mulheres sambistas — achou apenas o de Roberta Sá.
Principais temas:
→ A presença crescente do vinho nas rodas de samba, do Samba do Trabalhador a Zeca Pagodinho
→ O conceito de "Borogodó" como tradução carioca para terroir
→ Os territórios da cidade onde essa cena já é mais visível
→ A ausência de registros de sambistas mulheres com taça de vinho
→ O show-tributo de Bruno Castro a Dona Ivone Lara, com data marcada: 1º de agosto no Teatro Brigitte Blair (link: https://bileto.sympla.com.br/event/120541?share_id=1-copiarlink)
O Rio É Di Vino documenta em tempo real o crescimento do território do vinho no Rio de Janeiro. Toda quinta-feira, um novo episódio.
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