Vinho de quais uvas? O terroir e os vinhos que se destacam no Rio de Janeiro

No terceiro episódio do O Rio é Di-vino, a jornalista e pesquisadora Geiza Rocha recebe Rogério Dardeau — pesquisador, autor de três livros sobre vitivinicultura brasileira e presença em mais de 900 vinícolas no país — para responder a pergunta que está na boca de todo curioso: afinal, vinho de quais uvas?
A conversa percorre as castas viníferas que melhor se adaptaram ao clima e ao solo da Serra Fluminense, com destaque para a tinta Syrah, a branca Sauvignon Blanc — que revela no Rio um perfil mais complexo e gastronômico do que o consumidor está acostumado —, além da Cabernet Franc, da Tempranillo, da Viognier e das apostas emergentes como Vermentino, Marselan e a emblemática uva Maturano, trazida da Itália pela vinícola de mesmo nome.
Dardeau explica por que certas castas consagradas — como Merlot e Cabernet Sauvignon — ainda não encontraram seu lugar definitivo no terroir fluminense, e por que a Chardonnay segue um caminho próprio, fora da lógica da dupla poda. Um episódio essencial para quem quer entender que o vinho do Rio de Janeiro está se construindo — e que cada vinhedo é, ao mesmo tempo, um laboratório e uma promessa.
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